Vinhos leves, brancos e roses, podem ser boas pedidas para apreciar à beira da piscina e em almoços no verão brasileiro. A Casa Flora elaborou uma lista de opções em seu portfólio e destaca um novo vinho que passa a distribuir, o Norton Sexy Fish Blanc de Blancs. Esse vinho branco apresenta uma cor amarela pálida e aroma fresco, com aspecto floral e um toque de frutas brancas. Na boca é refrescante e intenso. O vinho vai bem massas leves, queijos e saladas.
Paulo Amalfi, Gerente da Categoria Vinhos da Casa Flora explica “que há um grande crescimento de vinhos brancos e roses no mercado. Hoje já representam mais de 25% das importações. Além de serem opções leves e refrescantes, ideais ao verão e primavera, são uma boa porta de entrada para quem está querendo se aventurar no mundo do vinho. ”
Outra dica da Casa Flora para a estação mais quente do ano é o Régia Colheita Branco. De cor amarela palha, seu aroma expressa frutas brancas maduras, baunilha e leve toque tostado. No paladar é seco, com corpo médio, boa acidez.
Para harmonizar com comida japonesa a sugestão da distribuidora é o Pata Negra Verdejo, um vinho de seco, com corpo leve, acidez refrescante. Essas características harmonizam muito bem com os peixes crus, e além disso, ele apresenta aromas de frutas cítricas com notas herbáceas frescas, que suavizam o odor forte dessa culinária.
Para os apreciadores de um rosé o 99 Rosas Rosé é uma opção orgânica cheia de sabor. Rosa claro brilhante, com aroma de frutas vermelhas, é um vinho frutado e fresco. Outra dica é o Carolina Reserva Rosé, que também acompanha bem as carnes vermelhas.
O Alfredo Roca Rosé é um vinho elaborado com uva merlot que é fresco e frutado. No paladar tem boa acidez, prevalecem as notas de frutas vermelhas, com final equilibrado.
Nos dias 18 e 19 de novembro o Rio de Janeiro sedia mais uma edição do Sparkling Festival, evento que reúne expositores de vinhos e espumantes. A feira e degustação acontecerá no Clube House – um espaço para eventos com todo conforto e segurança – localizado dentro do emblemático Jockey Club, na Gávea, zona sul da cidade.
O evento, que também acontece em outras cidades brasileiras, leva a grife Casa Vitis e Vinho na Vila e tem como foco vinhos espumantes, brancos e rosés.
“Estamos muito felizes com a escolha do local, no coração da Zona Sul e totalmente instagramável com vista do Cristo”, afirma Larissa Fin, criadora e curadora do evento.
Serão cerca de 30 espaços de vinícolas brasileiras e importadoras, com 350 rótulos, além de opções de gastronomia e atrações culturais.
Dentre as vinícolas já confirmadas estão: Don Cândido, Cristofoli, Fin, Salton, Clariot, Invernnia, Cliche , Vinum Rio, Miolo, Adolfo Lona, Audace Vinhos.
O evento é aberto ao público para todas as atrações e expositores de gastronomia. Somente o acesso à área restrita de degustação é cobrado.
Sparkling Festival. Local: Club House – Jockey Club. Horário das sessões – das 10:00 às 21h, nos dias 18 e 19 de novembro. Praça Santos Dumont, 31, Rio de Janeiro.
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Nos dias 22 e 23 de outubro acontece o Fashion Wine Rio, no Fashion Mall, em São Conrado, no Rio de Janeiro. Com o tema Vinhos da Primavera, o evento terá degustação e apresentação de rótulos de vinícolas internacionais e nacionais. Os vinhos à venda poderão ser adquiridos a preços diferenciados.
Entre as vinícolas confirmadas estão Luigi Bosca, Cobos, Zucardi, Finca Las Moras, Kaiken, Weinert, Norton e Alfredo Roca (Argentina), Pizzato, Amitié, Don Guerino e Miolo (Brasil), Miguel Torres, Leyda e Casa Silva (Chile), La Vielle Ferme e Paul Mas (França), Lucarelli (Itália), Fundação Eugênio Almeida, Esporão e Crastro (Portugal) e Pizzorno (Uruguai).
Uma das novidades desta edição é que o bar do evento passará a oferecer um menu com pratos de frutos do mar, sob a supervisão da Torres Mar. Após o período de degustação, o visitante poderá permanecer no bar dentro do espaço ou no foyer, onde poderá consumir pratos, como os famosos Arroz de Camarão ou Bacalhau, Vinagretes de Polvo, Ceviche, entre outros.
A entrada ao evento ocorrerá em turnos de duas horas (cada), limitado a um número máximo de 120 participantes. Cada pessoa ganhará uma pulseira de cor específica como forma de manter o controle de acesso e obter uma melhor circulação pelos espaços.
A terceira edição do “Fashion Wine Rio” será realizada no Piso L3 do Fashion Mall, das 14h às 22h (22/10) e das 14h às 20h (23/10). Os ingressos duplos, com direito a dois participantes, custam R$ 170, enquanto os individuais, R$ 100.
O restaurante Pobre Juan, que está presente em várias cidades brasileiras, com culinária argentina, é uma das mais conceituadas casas de carnes do País. O restaurante, que abriu sua primeira unidade em 2004, ficou famoso por sua parrilla (grelha argentina) premium, cortes de carnes nobres especialmente selecionados, e pela excelência na carta de vinhos.
Unindo esses dois aspectos que são pilares da casa, a unidade do Rio de Janeiro realizou um jantar harmonizado para convidados na Barra da Tijuca, no Village Mall, para apresentar dois novos cortes especiais de carne no cardápio e opções de vinhos portugueses premium para harmonizar.
As carnes são compradas diretamente do Uruguai, são da marca UMi e todos os cortes são da raça Angus. O restaurante visa com essas novidades aumentar ainda mais sua qualidade em pratos especiais. Para garantir a qualidade dos cortes, a marca monitora cada etapa. Tudo começa com a seleção dos animais, passando pelo acompanhamento de sua alimentação, até os cortes exclusivos e controle total do processo de maturação. Apenas as peças selecionadas chegam às casas no período ideal e já prontas para o preparo nos restaurantes da rede.
Para destacar o sabor e a suculência dos novos cortes foram escolhidos acompanhamentos selecionados e a harmonização com vinhos portugueses da Herdade Coelheiros. Ricardo Martinho, representante da vinícola, recomendou um vinho branco 2021 para acompanhar as entradas e dois tintos para os pratos principais , “sendo o Tapada Coelheiros 2015 uma escolha especial e mais encorpada para harmonizar com o bife Pobre Juan”.
Wine Dinner no Pobre Juan ( RJ)
Confira o menu com quatro serviços servido nesse jantar exclusivo do restaurante Pobre Juan no Rio de Janeiro:
1-Entrada: Lascas de parmesão e jamón Pata Negra;Tartare de salmão; Steak tartare; e o Vinho Coelheiros branco 2021.
2- Primeiro prato: Bife de chorizo ( novo corte!) com purê de cenoura aromatizado com Jasmin e farofa de pistache. Com o Vinho Coelheiros Tinto 2019.
3- Segundo prato: Bife Pobre Juan com risoto de cogumelos. Vinho Tapada de Coelheiros 2015.
4- Sobremesa: Torta mousse de chocolate com praline de amêndoas.
Os novos cortes de carnes já estão disponíveis no cardápio e são extremamente macias. Os vinhos harmonizaram muito bem com os pratos e são distribuídos no Brasil pela Mistral.
Restaurante Pobre Juan – Avenida das Américas, 3.900. Village Mall. Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ.
Évora, capital do Alentejo, é um destino especial para quem gosta do enoturismo. A cidade é patrimônio mundial da Humanidade e a quinze minutos de seu centro histórico é possível visitar a Fundação Eugênio Almeida e a Adega Cartuxa. Essa é uma das maiores referências em produção de vinho no Alentejo.
Há vários anos o enoturismo também se destaca como um dos pontos fortes da Cartuxa. Uma visita à adega Cartuxa é uma aula de história, viticultura e uma experiência que impressiona até a quem é iniciante no mundo dos vinhos.
Adega Cartuxa
A Adega Cartuxa, na Quinta de Valbom, tem sua história ligada à Companhia de Jesus. No ano de 1580 o padre jesuíta Pedro Silva, reitor da Universidade de Évora, adquiriu a Quinta de Valbom para aí alojar o corpo docente da Universidade. A construção da Casa de Repouso dos Jesuítas demorou cerca de 10 anos e resultou num edifício com múltiplos alojamentos, refeitório e capela.
Em 1759, com a expulsão da Companhia de Jesus do país por Marquês de Pombal, a Quinta passou a integrar os bens do Estado e foi em 1776 equipada com um lagar de vinho que rapidamente ganhou importância na região. A proximidade do Mosteiro da Cartuxa determinou que ficasse conhecida, até aos dias de hoje, como Adega Cartuxa.
Em 1869, o bisavô do instituidor da Fundação, José Maria Eugénio de Almeida, adquiriu esta Quinta. Após a sua morte viria a ser o seu filho, Carlos Maria Eugénio de Almeida, para dar continuidade e expansão da produção da Casa Agrícola Eugénio de Almeida. Foi da sua iniciativa a plantação das vinhas que constituíram a origem mais remota dos vinhos da Fundação.
Com o tempo veio o sucesso da produção vitivinícola da Instituição, a Adega da Cartuxa, instalada no antigo refeitório da Casa de Repouso dos jesuítas. Na década de 90 foram feitos vários investimentos em todos os setores da adega, e foi possível aumentar o seu potencial de vinificação e capacidade de armazenagem.
Da linha de engarrafamento totalmente automatizada instalada na Adega Cartuxa saem anualmente cerca de seis milhões de garrafas, distribuídas por vinho branco, rosé e tinto das marcas Vinea Cartuxa, EA, Foral de Évora, Cartuxa, Scala Coeli e Pêra-Manca.
Tour e degustação premium na adega Cartuxa
É possível agendar uma visita pelo site para fazer um tour guiado pelas instalações que têm muita história da marca e do cultivo na região. Participamos de um tour premium que incluiu degustação de azeites e vinhos Cartuxa, inclusive do icônico Pêra Manca.
Durante a visita à adega Cartuxa é possível conhecer e aprender sobre seus espumantes branco, branco reserva e rosé ( produção que teve início em 2007); sobre seus azeites premium ( produção iniciada em 2004); e os diversos rótulos da marca, incluindo o vinho Pêra Manca, o mais emblemático da adega ( dependendo do tour escolhido). O vinho Pêra Manca branco é considerado um vinho gastronômico e que vai muito bem com bacalhau, moqueca, marisco e algumas carnes. Já o tinto é vendido apenas um para cada visitante e não é feita a sua degustação.
Nove rótulos degustados no evento do Wines of Chile Luxury Tastings
Na última edição desse ano do evento do Wines of Chile Luxury Tastings, com degustação, reunindo experts do mercado e formadores de opinião, podemos apreciar nove rótulos com blends selecionados que impressionaram.
O tema do evento que contou com apresentação ao vivo, a partir do Chile, de enólogos das vinícolas participantes, foi “Elegância e expressão de uma assemblage” e, foi sem dúvida, esse o maior destaque do encontro: degustar vinhos de cortes ousados e alguns clássicos, todos de alta qualidade.
Degustação de vinhos tintos premium e super premium e apresentação ao vivo com enólogos do Chile
Nessa edição degustamos vinhos tintos premium e super premium da Viña Carmen, Errazuriz, Sutil, Cousiño Macul, Viña Vik, Casa Silva, Viu Manent, Gandolini e Viña Montes.
O evento com profissionais do mercado e formadores de opinião aconteceu no restaurante Giuseppe Grill, no Leblon, zona sul da cidade. Para saber mais sobre os vinhos e lives do Wines do Chile Luxury Tastings siga esse perfil.
O vinho verde é produzido na Região Demarcada dos Vinhos Verdes, em área bem ao norte de Portugal até a fronteira com a Espanha. Existem 9 sub-regiões que oferecem vinhos distintos, com características específicas, como mineralidade, frescor e com aromas frutados.
Mas esses vinhos podem não ser apenas leves, jovens e frescos como muita gente conhece no Brasil. Os vinhos verdes podem ser também sofisticados, ter grande potencial de guarda, e apresentar aromas e sabores complexos. Existem rótulos de vinhos brancos, rosé, tinto e até mesmo espumante dessa região e as uvas de maior produção local são Loureiro e Alvarinho.
No evento degustamos 8 rótulos e, em seguida, foi oferecido almoço harmonizado
Em evento para convidados no Rio de Janeiro, a Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes apresentou uma masterclass, seguida de almoço harmonizado, para esclarecer e apresentar as diversas faces desses vinhos, ainda tão pouco conhecidas do grande público.
O Brasil é o terceiro maior mercado consumidor dos vinhos verdes. Hoje esses vinhos já são exportados para mais de 100 países do mundo.
A aula foi uma verdadeira viagem pela região e foi apresentada pelo sommelier Gustavo Giacchero, também embaixador dos Vinhos Verdes no Brasil, e por Gonçalo Rowett, da Comissão de Viticultura da região. Ao todo foram degustados 8 rótulos.
O almoço servido no hotel Hilton Copacabana foi elaborado pelo chef Pablo Ferreyra e foi harmonizado com mais quatro rótulos de vinhos verdes.
Para conhecer mais sobre a região e sua produção de vinhos verdes , acesse o site.
Foto divulgação ( agência Conceito) e edição @Ilovevinhos
A vinícola Cristofoli tem muita história e tradição no Rio Grande do Sul onde tudo começou com uma família de viticultores na região de Faria Lemos há mais de 130 anos. A marca lança os três primeiros rótulos que dão vida a Linha Coleção, que tem apenas vinhos safrados – todos de 2022. A novidade inaugura uma nova fase na Cristofoli, que busca oferecer aos consumidores novas experiências.
Um riesling macerado com uvas desengaçadas manualmente, um espumante sur lie elaborado pelo método ancestral e um tannat resultado de maceração carbônica. Estes são os vinhos da Coleção e a ideia dessa seleção especial nasceu da mente dos jovens enólogos Bruna (35), Letícia (24) e Lorenzo (26), que conduzem a vinícola na Rota Cantinas Históricas, em Bento Gonçalves. Eles desejam trazer a cada safra novos lançamentos alimentados pela criatividade e um trabalho minucioso para extrair o que há de melhor da natureza.
O Cristofoli Coleção Riesling surgiu de uma maneira totalmente diferente. As uvas, colhidas no dia 2 de fevereiro, chegaram muito maduras e foram desengaçadas manualmente, não passando por máquina. Lorenzo, o comandante da operação, explica que junto com ele, a mãe Maria de Lourdes, o tio Mário e mais três colaboradores da vinícola participaram do processo. “Passamos um dia inteiro numa força tarefa, da manhã à noite, desengaçando cacho por cacho. Conforme íamos tirando as baguinhas, automaticamente já colocávamos dentro do tanque, numa afinada sincronia”, explica. A partir daí, o enólogo inseriu as leveduras, iniciando a fermentação sempre com temperatura controlada entre 12 e 14 graus. Depois de quatro dias macerando, o vinho foi descubado sem prensagem e o mosto continuou a fermentação sem as cascas por 15 dias. Depois da fermentação malolática o vinho repousou em tanques, sendo engarrafado no final de junho. O resultado é um vinho com estrutura, volume de boca muito maior, cremosidade, com características minerais e toque químico, inerente a variedade da uva. São apenas 900 garrafas. “O grande diferencial é que este é um vinho branco macerado, o que não é comum no mercado. Ele tem perfil de ter passado por madeira sem passar por barrica”, completa Lorenzo.
Outra raridade da linha com apenas 1.000 garrafas é o Cristofoli Coleção Sur Lie Ancestral Safra 2022, espumante com uvas Pinot Noir e Sangiovese, estas colhidas no vinhedo da família de onde também nascem os emblemáticos Cristofoli Sangiovese Tinto e o Cristofoli Rosé de Sangiovese. O espumante começou a ser elaborado com a prensagem das uvas, que seguiram para fermentação no tanque com controle de temperatura, como de costume no processo de elaboração pelo método tradicional. Ocorreu a deburgagem, primeira clarificação do mosto (decantado para separação das partículas sólidas naturais) e o vinho iniciou a fermentação alcoólica no tanque. Quando estava com aproximadamente 24g/L de açúcar o mosto foi engarrafado, ainda em fermentação. Lorenzo esclarece que este momento é crucial pois se passar demais o espumante fica com pouco gás carbônico, mas se for muito cedo a pressão é tanta que muitas garrafas podem estourar. Assim, o mosto terminou de fermentar dentro da garrafa, incorporando o gás do final da fermentação ao espumante. “Com isso, temos um espumante com uma população muito maior de leveduras, uma autólise mais intensa, que resulta num espumante muito mais fresco e aromas primários”.
Também estreia na linha o Cristofoli Coleção Tannat Safra 2022, elaborado por maceração carbônica, técnica pouco usada para um tinto. O lote tem 2.600 garrafas. As uvas foram colocadas inteiras no tanque, sem o desengace, ou seja, com o cacho intacto. Após, foi feita a saturação com gás carbônico e o tanque permaneceu fechado por uma semana, promovendo reações enzimáticas das uvas, que diminuem a acidez total e formam precursores aromáticos que geram notas, principalmente, lácteas. Após este período de tempo, as uvas foram prensadas e somente o mosto retornou ao tanque. A partir daí ocorreu a fermentação alcoólica, transformando o açúcar em álcool. Como consequência, um vinho com menor intensidade de cor e de taninos, porém muito mais aromático, ganhando complexidade em frutas, o que deixa o vinho muito mais macio, agradável, sem aquela agressividade natural do tannat, por ser um vinho potente. “Buscamos domar este tannat e oferecer um vinho mais fácil de beber”, esclarece Lorenzo.
Vinícola Cristofoli – ERS 431 km 06 – Rota Cantinas Históricas – Faria Lemos – Bento Gonçalves (RS). Horário de atendimento: De segunda a sexta: das 8h às 11h30min e das 13h30min às 18h. Sábados e feriados: das 9h30min às 18h. Domingos: das 12h às 17h.
No norte de Portugal, um festival promete movimentar o fim de verão europeu. Entre os dias 17 e 18 de setembro, o Douro & Porto Wine Festival chega com uma programação única, inspirada no vinho. Realizado na margem do Rio Douro, no Porto Comercial de Cambres, em Lamego, a 138 km do Porto, o evento promove a fusão ideal entre o vinho, a gastronomia e a música.
O Festival tem como objetivo promover a produção vinícola e o desenvolvimento do enoturismo na região. Eleita em junho como cidade europeia do Vinho 2023, esta conquista reafirma a Região do Douro como uma referência europeia no vinho. “O Douro & Porto Wine Festival surge de uma vontade de celebrar e promover o melhor que a Região Demarcada do Douro tem para oferecer, num festival que se vive como uma experiência sensorial única”, afirma Diogo Patrício Marques, responsável pela organização.
Ao longo de seis hectares, com capacidade para 10.000 pessoas por dia, o espaço recebe grandes nomes da música, bem como inúmeros chefs, produtores de vinhos de sucesso e diversos convidados. Na primeira edição do festival, dez artistas nacionais e internacionais irão se apresentar, alem da presença de diversos produtores de vinhos da região do Douro e mais de dez Chefs e Especialistas.
Para o Presidente do Turismo do Porto e Norte de Portugal, Luís Pedro Martins, “este tipo de iniciativas são essenciais à dinamização da região. O nosso objetivo é que o Douro continue a crescer de forma sustentável”.
Com a curadoria e moderação do conceituado Chef Miguel Castro e Silva, o Cook Stage, onde a gastronomia e o entretenimento são destaques. Entre espetáculos de Live Cooking, degustações, música e palestras, o palco mais gourmet do Douro & Porto Wine Festival reunirá convidados como chefs, produtores de vinho, artistas e figuras públicas.
Já o Douro & Porto Stage recebe grandes artistas do panorama nacional e internacional. Gipsy Kings, The Stranglers, Fafá de Belém, Pedro Abrunhosa, Tiago Bettencourt e Banda Filme Variações são alguns dos nomes confirmados.
A Divvino Paris integra lista das 100 melhores caves da França. Fundada pela cavista brasileira Marina Giuberti em 2013, a cave Divvino Paris se tornou uma referência em vinhos raros, artesanais e orgânicos na capital francesa.
Com uma seleção de garrafas que reúne mais de 1.200 referências de países como França, Itália, Portugal e Alemanha, incluindo pequenos produtores e vinhos biodinâmicos, a Divvino Paris entrou para a lista das 100 melhores caves da França, entre mais de seis mil endereços, na eleição mais recente da renomada revista francesa “Le Point”.
Logo no início da pandemia, em 2020, a empreendedora investiu na digitalização do seu negócio, criando o site Divvino.com, que entrega vinhos não só para a França, mas para toda a Europa. Grande parte da sua clientela é formada por franceses e estrangeiros, além de brasileiros turistas e residentes na Europa.
A Divvino Paris tem atualmente duas lojas físicas: a Divvino Charonne, primeiro endereço da marca, situado no coração do 11° arrondissement de Paris, quartier jovem e gastronômico de Paris; e a Divvino Marais, localizada no bairro charmoso e descolado, onde a cave subterrânea do século XVI e as fachadas são tombadas pela prefeitura da cidade. Com uma abordagem focada na experiência do cliente, as duas caves também são um wine bar, que oferece mais de 20 vinhos em taças, com experiências de degustação.
Há 17 anos morando na Europa, Marina é capixaba, de origem italiana, e é a primeira e única mestre cavista estrangeira na França. Além de mestre cavista, ela é a primeira brasileira a ter o título de Brevet Professionnel de l’Etat de Sommelerie (BEP) . O título, concedido pelo governo da França e um dos mais concorridos do país, exige imersão de uma semana em todas as regiões vinícolas francesas, com avaliações locais, além de aprovação em treze etapas, entre provas escritas, degustações e serviços às cegas. Em maio de 2022, ela foi eleita presidente regional da Confederação de Cavistas Independentes da Île de France.
Sua paixão pelo mundo dos vinhos começou na infância. “Ainda criança, com uns 3 anos, já tenho souvenirs de minha família provando vinhos e também falando sobre aromas ( Chateauneuf du Pape era o preferido dos meus avós e para dias especiais, Porto no fim das refeições.. champagne rosé pra brindar… ). Começou ali minha paixão”, afirma Marina.
Formada em nutrição clínica, Marina é originária de uma família de epicuristas italianos, onde a gastronomia e bons vinhos sempre selaram os momentos mais importantes. Quando viaja para o Brasil, ela compartilha suas vivências únicas e atende com assessoria, aconselhamento, montagem de adegas e cursos de vinho personalizados para clientes e empresas.
Divvino : Marais – 16 Rue Elzévir, 75003 Paris. Charonne – 163 Blvd Voltaire, 75011 Paris, França.