E-book sobre enoturismo brasileiro ganha capítulo sobre a Campanha Gaúcha

O e-book Desenvolvimento do Enoturismo no Brasil, publicado pelo Consevitis-RS em parceria com o Sebrae Nacional, ganhou um novo capítulo dedicado à Campanha Gaúcha. Com a atualização, a publicação passa a apresentar sete regiões vitivinícolas brasileiras, reunindo informações sobre paisagens, história, vinícolas e experiências turísticas ligadas ao universo do vinho. O material é resultado das regiões visitadas em 2025 e 2026 pelo Projeto Imagem, iniciativa que promove o contato de jornalistas, influenciadores e formadores de opinião com diferentes destinos vitivinícolas do país.

O capítulo dedicado à Campanha Gaúcha destaca as características de uma região marcada por coxilhas, campos nativos, cerros e extensas estradas. Além da produção de vinhos, o território reúne pecuária, gastronomia, cultura campeira e referências históricas da vitivinicultura gaúcha. O conteúdo apresenta o potencial do destino para o enoturismo e mostra como as tradições locais se integram às experiências oferecidas aos visitantes.

A publicação aborda ainda o terroir da região, a Indicação de Procedência Vinhos da Campanha e atrações que ajudam a explorar o território, como vinícolas, estâncias e roteiros turísticos. Entre os destaques está o Trem do Pampa, que percorre a fronteira entre Brasil e Uruguai em um trajeto marcado por vinhedos, campos e referências da cultura fronteiriça. Gastronomia regional, turismo rural, cavalgadas e patrimônio histórico também integram as possibilidades de visitação.

Com a inclusão da Campanha Gaúcha, o e-book reúne sete regiões: Serra Gaúcha (RS), Bituruna (PR), São Roque (SP), Vale do São Francisco (BA/PE), Cerrado Mineiro (MG), Serra Fluminense (RJ) e Campanha Gaúcha (RS).

A publicação busca ampliar o conhecimento sobre a diversidade do enoturismo nacional e incentivar a descoberta de destinos que combinam vinho, cultura e experiências locais. O conteúdo pode ser acessado gratuitamente no Observatório Vitivinícola do Consevitis-RS.

Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027 amplia foco no enoturismo

Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027

O crescimento do enoturismo e a busca por experiências que aproximem vinho, gastronomia e destinos produtores estão no centro do Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027, lançado pela Revista ADEGA. A publicação reúne informações sobre destinos de Argentina, Brasil, Chile e Uruguai e propõe um roteiro para quem deseja conhecer o universo do vinho para além da degustação.

Segundo dados da Grand View Research apresentados no material, o mercado global de enoturismo deve crescer, em média, 12,6% ao ano até 2030, quando poderá movimentar US$ 106,7 bilhões. Para as vinícolas, o segmento representa uma possibilidade de ampliar receitas e fortalecer o relacionamento com consumidores por meio de visitas, degustações, restaurantes, hospedagem, eventos e venda direta. Para o viajante, a experiência permite conhecer vinhedos, processos de produção, gastronomia, paisagens e histórias ligadas a cada região.

No Brasil, o enoturismo também acompanha a expansão do setor. O cenário se conecta ainda ao crescimento da atividade turística no país: no primeiro semestre de 2026, o Brasil recebeu 5,26 milhões de turistas internacionais, enquanto os gastos desses visitantes chegaram a R$ 28,7 bilhões, segundo os dados apresentados no material de divulgação do guia.

Com 182 páginas, capa dura e formato de 12 x 20 centímetros, o Guia ADEGA Rotas do Vinho 2026/2027 reúne informações sobre vinícolas, restaurantes, hotéis e experiências, além de sugestões para quem pretende planejar uma viagem pelas regiões produtoras. A proposta é transformar o vinho em ponto de partida para descobrir territórios, conectando a bebida à cultura, à gastronomia e às características de cada destino.

Publicado pela Inner Editora, o guia está disponível na ADEGAonline por R$ 170 e marca uma nova frente editorial da Revista ADEGA, que há mais de duas décadas acompanha produtores, regiões e vinhos de diferentes partes do mundo.

Livro resgata 150 anos de história do Vale dos Vinhedos e do vinho brasileiro

O livro Vale dos Vinhedos: na raiz do vinho fino brasileiro, é de autoria do jornalista
Albert Alcouloumbre Jr.

O Vale dos Vinhedos, na Serra Gaúcha, ganha um novo registro de sua trajetória com o livro Vale dos Vinhedos: na raiz do vinho fino brasileiro, do jornalista Albert Alcouloumbre Jr., publicado pela Autêntica Editora. A obra percorre 150 anos de história, desde a chegada dos imigrantes italianos à região até a consolidação do território como referência na produção de vinhos finos e no enoturismo brasileiro.

Com 184 páginas, a publicação é resultado de uma pesquisa realizada diretamente no Vale dos Vinhedos. Entre fevereiro de 2025 e maio de 2026, o autor esteve quatro vezes na região, onde permaneceu 34 dias, entrevistou mais de 30 pessoas e produziu cerca de 4 mil fotografias. Destas, 160 foram selecionadas para o livro. O trabalho reúne informações sobre a formação histórica do território, o desenvolvimento da vitivinicultura e a trajetória que levou à criação da Aprovale e ao reconhecimento das indicações geográficas do Vale.

O percurso histórico começa em 1876, com a chegada dos imigrantes italianos à Serra Gaúcha, e acompanha a evolução da produção de uvas e vinhos ao longo das décadas. A obra aborda ainda as crises enfrentadas pelo setor, a chegada de empresas internacionais nas décadas de 1960 e 1970 e as transformações tecnológicas e produtivas que contribuíram para mudar os padrões da vitivinicultura brasileira. Um dos capítulos importantes dessa trajetória é a criação da Indicação de Procedência do Vale dos Vinhedos, em 2002, seguida pela Denominação de Origem, em 2012, a primeira do Brasil para vinhos e espumantes.

O livro também recupera os bastidores da construção coletiva que envolveu produtores, pesquisadores e instituições. Entre os personagens entrevistados estão o pesquisador da Embrapa Uva e Vinho Jorge Tonietto e Ademir Brandelli, um dos fundadores da Aprovale. A publicação aborda ainda características do terroir, regras de produção e o papel do associativismo na consolidação da identidade do Vale dos Vinhedos.

A terceira parte do livro apresenta histórias de 17 vinícolas, reunindo diferentes gerações, modelos de negócios e trajetórias ligadas ao desenvolvimento da região. De casas centenárias a projetos recentes, as histórias são contadas a partir de entrevistas presenciais com fundadores, herdeiros e enólogos-chefe. São relatos de decisões arriscadas, como o pioneirismo da Dom Cândido no plantio de Marselan no início dos anos 2000, de sucessões marcadas pela perda repentina de um fundador, como na Almaúnica, e de negócios erguidos a partir do zero por famílias sem tradição vitivinícola prévia, como Foppa & Ambrosi e Audace. O critério de seleção, explica o autor na apresentação do livro, privilegiou vinícolas associadas à Aprovale e com acesso direto a seus fundadores ou dirigentes.

Livro Engenharia de Si propõe nova metodologia para construir carreiras

O livro propõe uma reflexão sobre carreira e trajetória profissional

O livro Engenharia de Si, lançamento de Rô Santiago, propõe uma nova forma de pensar a trajetória profissional em um cenário no qual carreiras já não seguem, necessariamente, uma sequência linear de cargos, empresas e promoções. A partir da frase “Ninguém mais herda carreira, todo mundo constrói”, o autor apresenta a carreira como uma estrutura que pode ser projetada, construída e revisada ao longo da vida.

Com 248 páginas e 16 capítulos, a obra utiliza princípios da engenharia como metáfora para organizar diferentes aspectos da vida profissional. O conteúdo está dividido em quatro etapas — Fundação, Estrutura, Acabamento e Manutenção— que conduzem o leitor por temas como identidade, valores, repertório, posicionamento, comunicação, relações e escolhas profissionais.

A metodologia proposta parte da ideia de que competência técnica continua sendo essencial, mas não é o único elemento responsável pela construção de uma trajetória. O livro aborda também a importância de compreender o próprio repertório, comunicar aquilo que se faz, desenvolver relações, reconhecer mudanças de interesses e tomar decisões diante de diferentes possibilidades profissionais. Para Rô Santiago, a carreira começa a ser construída nas pequenas escolhas feitas ao longo do caminho, e não apenas em momentos de promoção ou transição.

Engenharia de Si combina conceitos, experiências profissionais, histórias de diferentes trajetórias e exercícios de reflexão. A obra também reúne conversas com profissionais como Taiana Jung, Narcisa Costal, Nina Talks, Arthur Feltrin, Babi Bono, Domi Valansi, Paulo Escrivano e Carla Oliveira. As diferentes experiências apresentadas reforçam a proposta de que uma trajetória profissional pode reunir funções, projetos, empresas e interesses diversos sem necessariamente seguir um percurso linear.

Além do livro, a metodologia Engenharia de Si passou a ser utilizada em palestras, aulas, mentorias e experiências voltadas a carreira, marca pessoal, autoridade e posicionamento profissional. Entre os desdobramentos está o Circuito Universitário Engenharia de Si, voltado a estudantes e à reflexão sobre carreira ainda durante a formação acadêmica. A proposta central da obra é oferecer ferramentas para que cada pessoa compreenda o que já construiu profissionalmente e possa participar de maneira mais consciente das próximas etapas de sua trajetória.

Paulo Von Atzingen lança seu 6º livro, ‘O Repórter Viajante’, com 31 grandes reportagens sobre destinos e pessoas

Esse é o sexto livro de Paulo Atzingen

O jornalista e escritor Paulo Von Atzingen lança seu sexto livro, “O Repórter Viajante: As Grandes Reportagens de Paulo Von Atzingen” (Editora Patriani, 256 páginas), obra que reúne 31 narrativas construídas a partir de viagens pelo Brasil e pelo mundo. Entre jornalismo e literatura, o autor conduz o leitor por destinos, culturas, histórias e experiências que conectam passado, presente e futuro, tendo como ponto central aquilo que, para ele, constitui a verdadeira alma de qualquer lugar: as pessoas. “Conhecer novos lugares, fatos e pessoas é a pepita de ouro do meu trabalho”, afirma Atzingen, que tem no jornalismo de viagem uma de suas principais fontes de inspiração.

A liberdade do deslocamento e da escrita é um dos fios condutores da obra. Desde jovem, Paulo Von Atzingen percorre estradas e transforma experiências em relatos, trajetória que se reflete em sua produção literária e jornalística. “Desde moleque eu andava pelas estradas da América do Sul pegando carona, levando comigo uma agenda na qual escrevia os meus relatos de jovem turista mochileiro. Essa busca pela liberdade e a escrita de viagem continuam comigo. Este novo livro é um manifesto de ser livre. Se viajar é uma busca pela liberdade, escrever é a liberdade propriamente dita”, sublinha o autor.

Em “O Repórter Viajante”, destinos consagrados como Porto de Galinhas, Belém, Rio de Janeiro, Paraíba, Porto Alegre, Foz do Iguaçu, Ouro Preto, Salvador, Paris, Porto e Salta surgem sob novas perspectivas, reveladas a partir dos encontros vividos pelo escritor. Com olhar atento aos detalhes e às grandes questões sociais, Atzingen apresenta personagens que ajudam a construir a identidade dos lugares, como guias, artesãos, artistas, educadores, anfitriões e lideranças indígenas. A obra também aproxima o leitor de referências culturais como Cora Coralina, Mário Quintana, Ariano Suassuna e Castro Alves, entre outros nomes que permanecem presentes na memória e na vida das regiões que representam.

Fundador e editor do Diário do Turismo, Paulo Von Atzingen também leva para o livro a experiência de quem acompanha há décadas as transformações econômicas, sociais e culturais provocadas pelo turismo. Seu olhar percorre os impactos positivos e negativos da atividade e valoriza a construção de um setor mais sustentável e comprometido com a justiça social. A nova publicação também destaca profissionais como os guias de turismo e a dimensão humana e pedagógica de uma atividade que, para o autor, vai muito além da apresentação de paisagens e monumentos.

Depois de obras como “Em Busca da Realidade Mágica” e “Pontes, Céus e Miragens”, nas quais trabalhou a realidade sob uma perspectiva mais abstrata e literária, Atzingen inverte agora esse percurso criativo. Se antes o jornalismo servia como ponto de partida para a literatura, em “O Repórter Viajante” a literatura passa a potencializar a narrativa jornalística, sem suavizar as contradições da realidade. Nas páginas do livro, a viagem se transforma em encontro, observação e gratidão. “Escrever sobre pessoas é isso tudo elevado ao quadrado. É um manifesto de gratidão”, escreve o autor.

Com lançamento previsto para feiras de turismo e hotelaria no segundo semestre deste ano, “O Repórter Viajante: As Grandes Reportagens de Paulo Von Atzingen” contou com o apoio e a participação da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), Luck Receptivo, Operadora Schultz, Operadora Bancorbrás, Vital Card Seguros, Porto de Galinhas CVB e Rio Othon Palace. A obra reafirma a trajetória de Paulo Von Atzingen como um observador do turismo e das transformações da sociedade, convidando o leitor a viajar não apenas por geografias e paisagens, mas, sobretudo, pelas histórias humanas que dão sentido e identidade a cada destino.

“É tempo de morangos”: livro destaca a literatura como ferramenta de transformação

Lançamento da editora Intrínseca

A escritora Bruna Martiolli estreia no mercado editorial com É tempo de morangos, obra publicada pela Editora Intrínseca que propõe uma reflexão sensível sobre o papel da leitura na formação pessoal e emocional. Com uma narrativa que transita entre memória e ensaio, o livro se posiciona como um convite ao autoconhecimento por meio da literatura.

A publicação combina elementos de romance de formação com guia literário, ao revisitar a trajetória da autora desde a infância até a vida adulta. Ao longo do texto, Martiolli compartilha como os livros estiveram presentes em momentos decisivos, funcionando como apoio em períodos de incerteza, amadurecimento e transformação.

A relação afetiva com a leitura é um dos eixos centrais da obra. Desde cedo, a autora percebeu nos livros não apenas uma obrigação escolar, mas um espaço de acolhimento e descoberta. Esse vínculo evolui ao longo dos anos e se torna determinante em suas escolhas, tanto pessoais quanto profissionais, consolidando a literatura como ferramenta de compreensão do mundo e de si mesma.

Entre as referências que atravessam o livro estão nomes marcantes como Clarice Lispector, José Saramago e Elena Ferrante. Mais do que simples indicações, essas leituras aparecem como experiências transformadoras, capazes de provocar reflexões profundas e influenciar decisões ao longo da vida.

Com linguagem acessível e abordagem contemporânea, “É tempo de morangos” dialoga com um público amplo, especialmente leitores interessados em narrativas que unem literatura, vivência e propósito. Ao valorizar o poder da ficção e da leitura como instrumentos de mudança, o livro reforça a importância de encontrar, nas páginas, caminhos possíveis para enfrentar desafios e construir novas perspectivas.

Livro “Namastê” explora a sabedoria indiana como caminho para bem-estar e equilíbrio

A obra estreia no Brasil pela editora Intrínseca

Depois do sucesso mundial de Ikigai, os autores Héctor García e Francesc Miralles voltam a investigar tradições culturais que inspiram qualidade de vida em seu novo livro, Namastê. A obra chega às livrarias brasileiras em fevereiro pela Editora Intrínseca e propõe um mergulho nos conhecimentos milenares da Índia, explorando conceitos espirituais e práticas que influenciaram o estilo de vida contemporâneo no Ocidente.

No livro, os autores apresentam uma síntese acessível de ensinamentos originados no que muitos consideram o berço da espiritualidade global. A partir de tradições com mais de cinco mil anos, García e Miralles buscam responder a questões atuais sobre felicidade, propósito e equilíbrio emocional. A obra também aborda formas de lidar com desafios cotidianos como estresse, ansiedade e medo, sugerindo caminhos para uma vida mais consciente e harmoniosa.

Entre os temas explorados estão práticas amplamente difundidas no mundo, como a Yoga e a Ayurveda, além de conceitos filosóficos que fazem parte da tradição indiana. Os autores discutem, por exemplo, o princípio do desapego, a filosofia Advaita Vedanta — que entende cada indivíduo como parte de uma unidade universal —, o conceito de Dharma, associado às leis universais da felicidade, e o Tantra, que propõe a integração entre corpo e espírito.

Combinando contexto histórico, reflexões inspiradoras e sugestões práticas para o dia a dia, Namastê se apresenta como um guia contemporâneo de autoconhecimento. A proposta da obra é oferecer ferramentas para quem busca cultivar equilíbrio físico, mental e espiritual, além de refletir sobre o próprio caminho rumo ao bem-estar e à realização pessoal. 

Jornada do Whisky é lançamento da editora Senac

Editora Senac

Mais do que um guia para apreciadores da bebida, Jornada do Whisky, lançado pela Editora Senac, é uma imersão cultural, histórica e sensorial em um dos destilados mais emblemáticos do mundo. A obra percorre a trajetória do whisky desde suas origens, ligadas à Escócia e à Irlanda, até sua consolidação global, mostrando como tradição, técnica e território moldam estilos, aromas e sabores distintos.

Um dos pontos mais interessantes do livro é a forma didática com que explica o processo de produção — da escolha dos grãos à maturação em barris. O leitor entende, por exemplo, como a água, o tipo de barril e o tempo de envelhecimento influenciam diretamente no perfil final da bebida. Curiosidades como a importância do clima escocês para a maturação e as diferenças entre single malt, blended e bourbon ajudam a desmistificar conceitos que muitas vezes afastam iniciantes.

A publicação também se destaca ao abordar o whisky como experiência gastronômica. Harmonizações, formas de serviço e dicas de degustação ganham espaço, reforçando o destilado como protagonista à mesa, e não apenas como bebida de fim de noite. Com linguagem acessível e conteúdo consistente, Jornada do Whisky é uma boa dica de leitura tanto para quem está começando a explorar o universo da bebida quanto para apreciadores que buscam aprofundar repertório e conhecimento.

Jornada do whisky. Autor: Rodrigo Wu. Editora Senac Rio. Páginas: 320. Preço: R$ 125

Associação da Boa Lembrança lança Guia de Restaurantes 2025

Guia de Restautantes 2025 – Boa Lembrança

A pluralidade e a riqueza da culinária brasileira ganham destaque no lançamento do Guia de Restaurantes 2025 da  Associação dos Restaurantes da Boa Lembrança. Em sua primeira edição, o material reúne informações detalhadas sobre os 97 restaurantes associados em todas as regiões do País , incluindo receitas exclusivas que cada casa criou especialmente para o ano.

Disponível gratuitamente em versão online, o guia funciona como uma verdadeira bússola gastronômica para viajantes, colecionadores e apaixonados pela Boa Lembrança. A plataforma oferece navegação intuitiva, fotos especiais e dados completos sobre cada restaurante, seus chefs e as cozinhas regionais que representam — facilitando o planejamento de rotas gastronômicas e viagens pelo sabor.

O lançamento tem também versão impressa e reforça o compromisso da Associação com a valorização dos ingredientes locais, a conexão com produtores regionais e a excelência no serviço e na criação de pratos autorais. Além de apresentar as novidades de 2025, o guia também cumpre o papel de preservar histórias e registrar a trajetória dos restaurantes.

Fundada em 1994 pelo chef italiano Dânio Braga, a Boa Lembrança se tornou referência nacional ao unir gastronomia e artesanato por meio de suas famosas cerâmicas pintadas à mão — verdadeiras relíquias produzidas por artesãs de Petrópolis (RJ). Mais de 2 milhões de peças já foram distribuídas ao longo de três décadas, eternizando experiências em forma de arte.

Hoje presidida pelo chef Pedro Hoffmann e sediada em Porto Alegre (RS), a Associação mantém um rigoroso processo de seleção de seus membros, garantindo que cada restaurante represente não apenas excelência, mas também a diversidade de sabores que compõem o mapa gastronômico brasileiro.

Com o novo Guia 2025, a Boa Lembrança consolida ainda mais seu papel como ponte entre gastronomia, cultura e viagem — convidando o público a explorar o Brasil por meio de suas mesas, tradições e histórias.

Marketing Sensorial: hotelaria, luxo e serviços pelo olhar de Renata Freire

O livro de Renata Freire foi lançado durante a feira Equipotel, em São Paulo

Imagine entrar em um hotel onde cada aroma, som, textura, imagem e sabores apresentados contam uma história. No livro “Marketing Sensorial na Hotelaria”, Renata Freire apresenta esses e outros aspectos da hotelaria boutique que convidam o leitor a mergulhar em uma experiência sensorial completa em conceitos como hospitalidade e o novo luxo .

Com 130 páginas, o livro surpreende pela densidade de conteúdo e pela leveza da leitura. O livro foi lançado durante a feira Equipotel, em São Paulo, com coquetel para convidados e com a presença da autora que destacou a importância de destacar seus conhecimentos e experiências nesse livro.

Renata Freire entrega um conteúdo que combina estratégia de marketing, storytelling e poesia. Ao longo da obra, a autora demonstra como transformar hotéis em destinos de histórias vivas, capazes de criar memórias inesquecíveis para os hóspedes.

Um dos grandes destaques do livro é o conceito dos “sete pecados do encantamento”. Diferente do que o nome pode sugerir, no livro os “pecados” são, na verdade, princípios criativos e emocionais que, quando bem aplicados, geram encantamento genuíno e fidelizam o hóspede. Renata usa essas ideias para mostrar que encantar não é apenas entregar um bom serviço, mas provocar sensações, criar significados e transformar a estadia em uma experiência sensorial e afetiva. “O livro é o meu convite para quem deseja transformar cada detalhe em poesia viva, porque eu acredito que sentir é o novo saber e a experiência é o novo luxo silencioso”, diz a autora.

A proposta de marketing sensorial apresentada por Renata passa por um olhar refinado sobre como a atmosfera de um hotel pode dialogar com os cinco sentidos: a música certa na recepção, o aroma exclusivo que fica na memória, a textura dos lençóis, os sabores de uma gastronomia autêntica e a estética de cada ambiente.

Renata também se debruça sobre as tendências do novo luxo, onde o valor está menos em ostentação e mais na autenticidade, no bem-estar e na conexão emocional. Em um mercado onde a experiência é a nova moeda, o luxo está nos detalhes sensoriais e na personalização.