
A vinícola chilena Almaviva apresentou as novas safras de seus dois principais rótulos, Almaviva 2024 e Epu 2023, em uma agenda que também passou pelo Rio de Janeiro, com a presença do enólogo Michel Friou. Produzidos em Puente Alto, no Alto Maipo, os vinhos representam diferentes propostas dentro do projeto da vinícola, que reúne a tradição francesa e o terroir chileno.
O Almaviva 2024 é apresentado como resultado de uma safra de perfil mais frio, característica que, segundo o enólogo, contribuiu para um estilo mais elegante e com potencial de evolução ao longo dos anos. A nova safra chega ao Brasil em janeiro de 2027. O vinho é produzido a partir de um corte de variedades de origem bordalesa e passa por amadurecimento em carvalho francês.
Já o Epu 2023 corresponde a uma safra marcada por temperaturas elevadas e colheita antecipada. Segundo as notas técnicas da vinícola, o período quente acelerou a maturação das uvas, exigindo antecipação da colheita para preservar fruta e acidez. O corte da safra é formado por 82% Cabernet Sauvignon, 12% Carménère, 3% Merlot e 3% Cabernet Franc, com 12 meses de passagem por carvalho francês, sendo 10% das barricas novas.


dos vinhos Almaviva
A apresentação dos novos rótulos também permitiu colocar diferentes safras lado a lado e observar a evolução dos vinhos ao longo do tempo. Durante jantar para imprensa no restaurante Ruda, em Ipanema, Rio de Janeiro, foi possível degustar boa culinária brasileira também com Almaviva 2019 e 2014.